Composto por um apresentador, que conduz os jogos e cenas de improvisação e cinco atores que competem entre si, essa mistura de jogo e teatro encanta o público tanto pela expectativa da cena quanto pela vulnerabilidade do ator diante do tema proposto. “O Clube do Improviso exige do elenco muita criatividade e rapidez de raciocínio e também oferece muito risco ao ator, que acaba também sendo autor do espetáculo”, explica Juliano Mazurchi um dos responsáveis pela concepção e produção artística.
As diferenças entre o do Clube do Improviso e as encenações tradicionais já aparecem na preparação que os atores precisam fazer antes da apresentação. Como não existe um roteiro predeterminado, os ensaios e as apresentações nunca são iguais.
“È muito mais complexo que decorar e interpretar um texto, a improvisação exige que aquele que está em cena tenha treinado e estudado sobre a arte de improvisar, para que possa ter elementos suficientes para criar algo que prenda a atenção e divirta o público”, pontua Christian Hilário, também responsável pela concepção.
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