Quem por lá passava, parava para ver as evoluções acrobáticas que a trupe apresentava. Crianças e adultos de várias idades divertiam-se e enchiam os olhos com Arte.
Um cenário pelo qual tantos andam e pedalam, sem prestar muita atenção, repentinamente ganhou outra dimensão; como que se houvesse vida nova – ou outro tipo de vida – magneticamente puxava para si os olhares dos casuais transeuntes. E, puxando aqueles olhares, espelhava a alegria humana de viver.
Uma perfeita combinação de cores, movimentos humanos e natureza, uns reforçando a beleza dos outros. Uma combinação que estimulou o bom humor dos que ali ficaram, durante os vinte minutos em que a trupe se apresentou.
Quantas vezes ouvimos reclamações sobre todos os desejos que “não acontecem” na vida das pessoas? Em contra partida, quantas vezes paramos para valorizar um singelo, ainda que pequeno, momento mágico como esse? Por isso, é preciso ter “olhos de ver”.
Matéria Publicada na Ubatuba em Revista Semanal #10 - Clique aqui e confira a revista na íntegra.